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PSDB e os tucanos

Resumo

O PSDB foi fundado em 25/06/1988 por dissidentes do PMDB, como Franco Montoro, Mário Covas e Fernando Henrique Cardoso. Governou o país com FHC de 1995 a 2002, com a reeleição aprovada por uma emenda que teve votos comprados, e depois perdeu quatro eleições seguidas para o PT: Serra em 2002 e 2010, Alckmin em 2006 e Aécio Neves em 2014. Aécio não aceitou a derrota: o partido pagou uma auditoria das urnas que não achou fraude e pediu a cassação da chapa Dilma-Temer. Em 2018, segundo Haddad, os tucanos que foram ao segundo turno nos estados apoiaram Bolsonaro. Em 2026, o PSDB disputou a eleição em federação com o Cidadania, e Ciro Gomes, que voltou ao partido em 2025, perdeu o governo do Ceará para o PT.

Aécio foi citado por delatores e processou 66 usuários do Twitter, e em Minas o jornalista Marco Aurélio Carone, que o denunciava, foi preso em 2014 e só saiu depois da eleição. Serra disse ter sabotado o trem-bala do governo Dilma, e o capital de uma empresa da filha dele cresceu 50 mil vezes em 42 dias, segundo o Conversa Afiada. Beto Richa disse que "PM com curso superior não aceita cumprir ordens", e Tasso Jereissati usou a presidência do PSDB para tratar de negócios como investidor da Coca-Cola, segundo O Joio e o Trigo. Nos governos tucanos de São Paulo, um delegado afirmou que o governo fez acordo com o PCC depois dos ataques de 2006.

O partido

FHC

Aécio Neves

Escândalos

Censura

O jornalista preso e o delator do mensalão tucano

José Serra

Beto Richa

Tasso Jereissati

Aloysio Nunes

O PCC e os governos tucanos de São Paulo

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