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Jair Bolsonaro

Resumo

Jair Messias Bolsonaro nasceu em 21/03/1955 em Glicério, no interior de São Paulo, e chegou a capitão do Exército. Em 1987, a Veja revelou o plano dele e de um colega para explodir bombas em unidades militares em protesto contra os salários. O Conselho de Justificação do Exército o julgou culpado por 3 a 0, mas o Superior Tribunal Militar o absolveu por 9 a 4, contra os laudos, segundo o livro de Luiz Maklouf Carvalho. Foi vereador no Rio e deputado federal de 1991 a 2018, passando por oito partidos. Em 2016, votou pelo impeachment de Dilma "pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff", o chefe do DOI-Codi de São Paulo declarado torturador pela Justiça.

Presidente de 2019 a 2022, perdeu a reeleição para Lula. Em 2023, o TSE o tornou inelegível até 2030 pelo ataque às urnas numa reunião com embaixadores. Em 11/09/2025, a Primeira Turma do STF o condenou a 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista. Foi preso em novembro de 2025, depois de danificar a tornozeleira com um ferro de solda, e em 2026 passou para a prisão domiciliar humanitária, por causa da saúde. A defesa pediu a revisão da condenação. Os escândalos do governo dele estão em Corrupção no governo Bolsonaro, e os números, na Comparação Bolsonaro x Lula 3.

Quem é Bolsonaro

A trama golpista e a condenação estão em 8 de janeiro, e a comparação com o caso de Lula, em Lawfare.

Mais sobre Bolsonaro

O capitão das bombas

Em 1987, a Veja revelou o plano "Beco sem Saída", de Bolsonaro e de um colega da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, para explodir bombas em unidades militares em protesto contra os salários. O Conselho de Justificação do Exército o julgou culpado por 3 a 0, mas o Superior Tribunal Militar o absolveu por 9 a 4. Segundo o livro "O cadete e o capitão", de Luiz Maklouf Carvalho, a absolvição contrariou os laudos grafotécnicos.

Ustra e o impeachment de Dilma

Em 17/04/2016, na votação que abriu o impeachment de Dilma, Bolsonaro votou "pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff". Ustra chefiou nos anos 1970 o DOI-Codi de São Paulo, onde militantes políticos foram torturados, e foi declarado torturador pela Justiça. O PV o acusou de quebra de decoro por apologia à tortura, e o Conselho de Ética arquivou o caso em 09/11/2016.

Apologia à violência

O deputado e as declarações

Dinheiro e patrimônio

O patrimônio e o irmão na Alesp

A Lista de Furnas

O crime ambiental

A família

O filho mais velho, candidato do PL à Presidência em 2026, tem página própria: Flávio Bolsonaro.

Nas universidades

Ver também